segunda-feira, 27 de junho de 2011

 

Esperei a poeira baixar e o sangue qualhar pra poder falar disso.
Em 7 de abril deste ano, um ex-aluno entrou armado em seu antigo colégio no Rio de Janeiro, e matou 12 crianças com idades entre 12 a 14 anos, a maioria meninas.
Apurando a historia do tal assassino descobriram que o pobre diabo tinha sido vitima de Bullying na infância quando estudava naquele colégio.
Prato cheio pra mídia.

Foi uma bosta ver o que aconteceu depois, assim como no famoso “caso Isabela Nardone”, e o “caso Eloá” a mídia resolveu ganhar uma grana com o sofrimento alheio, um monte de famílias destruídas por um homem doente, e o assunto da moda na época era só um.

Bullying.

Nem critico a mídia não, o papel dela é esse mesmo, é só mais uma empresa que visa o lucro, e o que dá lucro no memento é aquilo que ela vai explorar, mas o que diz o que tá ou não na “moda”, é quem tem culpa maior: agente.

E se você pensou “mas o assunto tem mesmo que ser discutido pra ser resolvido”
Larga de ser burro filho, acorda pra vida, fala com sinceridade, você acha mesmo que era esse o objetivo? E mesmo se fosse, passar essas coisas na televisão vai mesmo resolver o problema?
E tem mais uma, o que causou o massacre, foi a mente doentia do cara, e não o Bullying, ele era doente e o máximo que pode ter acontecido é de o que ele passou na escola dele, ter agravado a patologia que ele já tinha.

Esse tipo de problema se resolve com educação de qualidade, que não só forme bons profissionais, mas também bons cidadãos, se resolve com estrutura familiar adequada, não com programas intrometidos de teve.     

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